Chicory: o amor que aprende a soltar
Série Especial — Climatério, consciência e reorganização interior – Artigo 2

Amar sempre foi uma das maiores forças da mulher.
Cuidar, acolher, estar presente — isso pulsa de forma quase instintiva.
Mas, ao longo da vida, esse amor pode ter se misturado com outras camadas: expectativa, necessidade, medo de perder.
E é nesse ponto que a energia de Chicory se torna tão preciosa.
Chicory fala de um amor profundo… mas que, por vezes, se expressa através do apego.
Seu gesto na natureza nos conta essa história: uma planta que se projeta para fora, firme, buscando contato, ocupando espaço — como quem tenta garantir a proximidade do outro.
No climatério, quando os vínculos começam a mudar — especialmente com os filhos — essa dinâmica pode se intensificar.
A mulher pode sentir:
- vontade de manter tudo como antes
- dificuldade em aceitar a autonomia do outro
- uma certa tristeza quando não se sente mais necessária da mesma forma
E, por trás disso, há algo muito humano: o medo de deixar de ser importante.
Chicory não julga esse movimento. Ele acolhe… e transforma.
Ele ensina, com delicadeza, que o amor não precisa prender para existir.
Que é possível amar profundamente… e ainda assim permitir que o outro siga seu próprio caminho.
Com o uso desse floral, algo se suaviza:
- a necessidade de controle se dissolve
- a expectativa diminui
- o coração se abre para uma forma mais livre de amar
E então surge um novo tipo de vínculo.
Menos baseado em necessidade… mais baseado em escolha.
Um amor que não pede retorno — porque já se sustenta em si.
Inserção complementar — Reiki, apego e fluxo energético
Dentro do Reiki, esse padrão também pode ser percebido como um excesso de direcionamento da energia para o outro, muitas vezes deixando a própria mulher emocionalmente esgotada.
Ao praticar Reiki, a mulher começa a fortalecer seu próprio centro energético, percebendo que o cuidado com o outro não precisa acontecer às custas do abandono de si mesma.
O Reiki ajuda a reorganizar esse fluxo:
- acolhendo emoções
- reduzindo tensões internas
- favorecendo presença e equilíbrio
Pouco a pouco, amar deixa de significar controle.
E passa a significar presença consciente. “No Reiki, o amor não é compreendido como posse, mas como fluxo. Quanto mais equilibrada a energia interior, mais livre e saudável se tornam as relações.”
Sobre a autora
Letícia Giovelli é psicoterapeuta integrativa com mais de 25 anos de experiência, atuando com terapia floral e abordagens voltadas ao autoconhecimento e equilíbrio emocional.
É sócia fundadora do Espaço Curarte, onde realiza atendimentos e formações em terapias integrativas, com um trabalho guiado pela escuta sensível e pela transformação consciente.
Atendimentos em Cosmópolis e Americana e on-line para todo o Brasil e exterior.
O Reiki continua
Na prática. Na presença. Na forma como escolhemos viver, cuidar e perceber o mundo.
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